Instituto Beauty

Nome do Local:
Instituto Beauty – Salão e Estética

Nome do Interlocutor:
Rozeni dos Santos Lima

Porque escolheram o local?
Porque a Roze, a proprietária do salão, foi a mais receptiva, a que mais mostrou interesse com o nosso objetivo. Topou na hora, nos deixou a vontade pra ir lá quando quisermos e nos atendeu incrivelmente bem.

Trajetória até definir o local:
O primeiro alvo, foi um salão localizado em Goiabeiras, chegamos lá conversamos com a Roze, dona do salão, explicamos nosso objetivo e como dito anteriormente, ela topou de primeira. Só que dois dias depois, quando retornamos lá, ficamos sabendo que ela tinha se afastado por um probleminha de saúde, mesmo assim, fomos informados que um rapaz entraria no lugar dela. Na semana seguinte voltamos, e mesmo explicando sobre o trabalho, esse rapaz não foi tão receptivo quanto a Roze. Decidimos então, procurar outro lugar, entramos numa loja de celulares, na rua da Lama, conversamos com o funcionário, mas ele não pareceu muito interessado e informou que teríamos que conversar com o dono da loja. Continuamos a procura, até que a Roze, dona do salão ligou dizendo que já estava melhor e que poderíamos fazer nosso trabalho lá com ela.

Integrantes:
Gabriela, Denis e Roze Anne

Localização:

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Cantina do Cemuni II

1) Nome do local:

Cantina do Cemuni II.

2) Nome do interlocutor:
Ivone.

3) Por que aquele local?
É um local próximo, de modo que facilitaria o encontro de todos os integrantes do grupo. A interlocutora se mostrou solícita e isso nos motivou na escolha.

4) Nome dos integrantes:
Aline Marques, Victor Hugo, Paulo Ricardo.

5) Localização


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6) Trajetória até definir o local
Inicialmente, faríamos no Cachorrão, porém a falta de disponibilidade do interlocutor impediu que fizéssemos uma boa escolha. Após um rápido diálogo, decidimos conversar com o dono de um comércio vizinho, uma lanchonete que era conhecida por vender Açaí. O dono, um estudante de Desenho Industrial, comentou que dois grupos já haviam feito projeto por ali, que seria um pouco difícil para nós e tudo mais. No outro dia, decidimos passear por Jardim da Penha em busca de um local. Conversamos com uma moça, que era atendente de uma papelaria. Ela se interessou pela ideia e disse que conversaria com o patrão, porém, ligou dias depois avisando que não seria possível. Depois de muito tempo pensando, conversando e procurando, surgiu a ideia de ir na cantina do Cemuni II. Fomos. A mulher demonstrou interesse em fazermos algo por lá. Por fim, decidimos: era esse mesmo o lugar! :-)

Fantasiarte

Nome do local: Fantasiarte (aluguel de fantasias)

Nome do interlocutor: Elza

Porque escolheram o local: A escolha do estabelecimento se deu por acharmos uma loja de fantasia um local interessante e diferente de tudo que já havíamos visto. Além disso, foi o único lugar que recebemos um sim para desenvolver o projeto e nos pareceu viável.

Nome dos integrantes: Fernanda Rúbia Batista, Jesley de Barros e Lilian Barbosa Albani

Localização:
Shopping Boulevard da Praia, Av Nossa Snehora da Penha, 356 Praia do Canto – 2º Piso Loja 36.

http://maps.google.com.br/maps?f=q&source=s_q&hl=pt-BR&geocode=&q=shopping+boulevar+da+praia+%2B+praia+do+canto+ES&sll=-14.179186,-50.449219&sspn=78.635931,112.675781&ie=UTF8&ll=-20.307452,-40.296333&spn=0.00239,0.005472&z=18
(não cosnegui copiar o link para a omg direto...)

Trajetória até definir o local:
A nossa procura por um local para fazer projeto teve início nos estabelecimentos de Jardim da Penha. Fomos primeiramente à loja de fantasias de Jardim da Penha, porém o responsável pela loja não se mostrou nada interessado pelo projeto. Depois disso fomos à um ateliê de conserto de roupas, a senhora que nos atendeu se mostrou interessada, porém, por mais que tentássemos explicar como funcionada exatamente o projeto ela não parecia entender, pois achava que simplesmente daríamos um presente para ela, como uma placa por exemplo. Por achar que seria difícil trabalhar ali resolvemos procurar outro estabelecimento, sem porém descartar o ateliê. Em seguida fomos à uma loja de artesanato e outra de bijuterias, porém os responsáveis não se encontravam no momento, e só estariam no estabelecimento em um horário inviável para o grupo. Depois disso fomos a dois restaurantes ainda em Jardim da Penha. No primeiro a dona não se mostrou interessada devido ao fato de dividir o comando do restaurante da irmã que não era aberta a esse tipo de projeto, e no segundo (O restaurante Quebra Nozes) o dono apesar da simpatia também não se mostrou interessado no projeto por já receber apoio no que precisa do Sindibares. Por fim, acabamos indo parar no shopping Boulevard, na praia do Canto, onde depois de rodar muito acabamos encontrando a loja de fantasias onde escolhemos para ser nosso local de desenvolvimento do projeto II.